Programa oficial de inovação em automação

Critérios de Avaliação

Matriz de pontuação ponderada para priorização das ideias de automação com maior impacto e viabilidade.

Ciclo ativo

Fevereiro de 2026

Automações para Infraestrutura e Operações

Status do ciclo

Submissões abertas

Submissões até 20 de fevereiro de 2026

Ideias recebidas

0

Público-alvo: Times de Infra, Plataforma, Suporte e Engenharia

Janela de implementação

Março de 2026

Implantação das propostas vencedoras

Impacto no negócio

30%

Contribuição para produtividade, redução de custos, qualidade e alinhamento aos objetivos estratégicos.

Benefício para usuários/equipes

20%

Valor gerado para usuários internos e externos, com melhoria de fluxo e experiência.

Viabilidade e complexidade de execução

15%

Exequibilidade técnica, recursos necessários e nível de complexidade de implantação.

Potencial de inovação e diferencial

10%

Originalidade, risco de cópia e potencial disruptivo da solução.

Escalabilidade e adaptabilidade

10%

Capacidade de reaplicação em outros departamentos e contextos operacionais.

Aderência ao tema e critérios SMART

10%

Conformidade com tema e público do mês, com metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, realistas e temporais.

Capacidade interna de implementação

5%

Disponibilidade de know-how, equipe e infraestrutura para desenvolver, manter e evoluir a automação.

Fluxo de avaliação

Recebimento das ideias submetidas dentro do prazo oficial do ciclo.

Triagem técnica para validar viabilidade e identificar duplicidade com projetos em andamento.

Avaliação individual por comitê (Tecnologia, área demandante, RH e Finanças) com notas de 0 a 10 por critério.

Cálculo de média ponderada por critério e consolidação da nota final de cada proposta.

Reunião de deliberação para validação estratégica e definição das três ideias vencedoras.

Boas práticas

Definir escopo claro de tema e público-alvo para reduzir submissões fora do objetivo.

Considerar o benefício para o usuário final, não apenas ganho operacional interno.

Equilibrar inovação e viabilidade para evitar ideias sem capacidade real de execução.

Consultar especialistas quando houver alta complexidade técnica ou risco operacional elevado.

Ajustar critérios e pesos quando houver mudança de estratégia, sempre com comunicação prévia.